Onde: Itaú Cultural (Av. Paulista, n. 149, esquina com a R. Leôncio de Carvalho)
Quando: Sexta, dia 22, às 20h
Debate: O Espaço do Leitor na Ficção ou Qual o Lugar do Leitor Real no Processo de Invenção?
Participantes: Bernardo Carvalho, Cintia Moscovich e Cristovão Tezza, com mediação de Manuel da Costa Pinto
“Qual o espaço ocupado pelo leitor real no processo de criação do escritor? Quem escreve conhece seu leitor real? Para quem se cria? Que tipo de público (faixa etária, classe social etc.)? Como lidar com três leitores bastante reais: o editor, o tradutor e o crítico literário? Se você é escritor, costuma mostrar seus originais a alguém antes de enviá-los para a editora - um leitor antes do leitor? O que você pretende que o leitor sinta ao ler um livro seu? Que tipo de leitor você acha que está representado nos seus livros? Quais leitores da chamada vida real você transforma em personagens?”
Esse debate faz parte do programa "Encontros de Interrogação", que acontece de 21 a 23 de maio no Itaú Cultural. Entrada gratuita. Ingressos distribuídos no local com meio hora de antecedência.
Mais informações: http://www.itaucultural.com.br/index.cfm?cd_pagina=2841&cd_materia=983&mes=5&ano=2009
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quarta-feira, 20 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Stand-Up Literatura com Andréa del Fuego
Começou assim...
“Tomei um elevador com Clarice Lispector. Ela usava um vestido esmeralda e uma opala pendurada numa corrente. Segurava o cigarro para acendê-lo quando saísse, me olhou do joelho aos pés. Eu parei no térreo, ela continuou descendo.”
Andréa é jovem. Cabelos negros encaracolados, pele branca. Chegou protegida por uma espécie de timidez desenvolta. Simpática, carismática. Conquistou o público de imediato.
Leu alguns de seus textos, acompanhada por Celso Amâncio no violino. Isso tudo no pequeno café da Martins Fontes. Aos poucos, um grupo de pessoas passou a se aglomerar na entrada do café. Todos muito interessados.
Eu não conheço o trabalho de Andréa del Fuego, mas os títulos dos seus livros de contos soaram como provocação: “Nego tudo”, “Minto enquanto posso” e “Engano seu”. Comigo, funcionou. Deu mesmo vontade de ler.
Acabo de descobrir que ela também gosta do José Luís Peixoto, um dos autores portugueses cujo trabalho eu tenho acompanhado desde a última Flip. Resumindo, gostei da prévia. Incluí Andréa na minha lista de autores a conhecer.
Terminou assim...
“Nuno Leal Maia me pediu o telefone do William Bonner. Não posso dar, conheci ele há pouco tempo, vai achar que tô distribuindo contato. Nuno Leal Maia tem que entender minha posição, o Bonner precisa confiar em mim.”
Andréa Del Fuego foi a autora convidada do segundo encontro do Stand-Up Literatura, resultado da parceria do Portal Cronopios (www.cronopios.com.br) com a Livraria Martins Fontes. (O primeiro aconteceu em 03 de maio e teve o poeta Frederico Barbosa como convidado.) Além dos livros de contos já citados, a autora publicou também dois títulos infanto-juvenis: “Sociedade da caveira de cristal” e “Quase caio”.
“Tomei um elevador com Clarice Lispector. Ela usava um vestido esmeralda e uma opala pendurada numa corrente. Segurava o cigarro para acendê-lo quando saísse, me olhou do joelho aos pés. Eu parei no térreo, ela continuou descendo.”
Andréa é jovem. Cabelos negros encaracolados, pele branca. Chegou protegida por uma espécie de timidez desenvolta. Simpática, carismática. Conquistou o público de imediato.
Leu alguns de seus textos, acompanhada por Celso Amâncio no violino. Isso tudo no pequeno café da Martins Fontes. Aos poucos, um grupo de pessoas passou a se aglomerar na entrada do café. Todos muito interessados.
Eu não conheço o trabalho de Andréa del Fuego, mas os títulos dos seus livros de contos soaram como provocação: “Nego tudo”, “Minto enquanto posso” e “Engano seu”. Comigo, funcionou. Deu mesmo vontade de ler.
Acabo de descobrir que ela também gosta do José Luís Peixoto, um dos autores portugueses cujo trabalho eu tenho acompanhado desde a última Flip. Resumindo, gostei da prévia. Incluí Andréa na minha lista de autores a conhecer.
Terminou assim...
“Nuno Leal Maia me pediu o telefone do William Bonner. Não posso dar, conheci ele há pouco tempo, vai achar que tô distribuindo contato. Nuno Leal Maia tem que entender minha posição, o Bonner precisa confiar em mim.”
Andréa Del Fuego foi a autora convidada do segundo encontro do Stand-Up Literatura, resultado da parceria do Portal Cronopios (www.cronopios.com.br) com a Livraria Martins Fontes. (O primeiro aconteceu em 03 de maio e teve o poeta Frederico Barbosa como convidado.) Além dos livros de contos já citados, a autora publicou também dois títulos infanto-juvenis: “Sociedade da caveira de cristal” e “Quase caio”.
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